Bem-vindo!

ESTE BLOG TEM COMO OBJETIVO COMPARTILHAR ATIVIDADES DE PESQUISA DESENVOLVIDAS NO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO ÉTICA, VALORES E CIDADANIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011



VÍDEO-AULA 11- TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH)


MÓDULO II - DISCIPLINA: SAÚDE NA ESCOLA


http://www.pedagogiaaopedaletra.com/wp-content/uploads/2011/03/cats.jpg

A manifestação do transtorno ocorre na infância, no momento em que à criança apresenta excessivas alterações no comportamento. Como essas crianças normalmente são agitadas e inquietas, seria então difícil diagnosticar qualquer distúrbio comportamental, mas quando se trata de crianças com TDAH a ideia de inquietude e agitação se multiplica, e o comportamento dessa criança torna-se excessivo em relação a outras que convivem no mesmo ambiente. O TDAH causa muitos problemas para crianças com esse transtorno em basicamente três áreas: familiar, escolar e social (SANTOS, 2007, apud, AQUINO, J.N; NAPOLE, N., 2008).
O transtorno pode ser caracterizado pela combinação dos sintomas distração, impulsividade e hiperatividade. É a partir desse trio que irá se desenvolver o universo do TDAH, que oscila da plenitude criativa a exaustão de um cérebro que nunca para (SILVA, 2003, apud, AQUINO, J.N; NAPOLE, N., 2008).
Para considerar que uma criança ou adulto realmente apresente o diagnóstico positivo do TDAH é indispensável que passe por exames clínicos psicológicos e neurológicos, para que não haja falsas expectativas em relação ao problema. 
Para Araújo, Mattos e Pereira ,2005,apud, AQUINO, J.N; NAPOLE, N., 2008).
[...] o diagnóstico é obtido quando o paciente atende pelo menos seis dos nove critérios de um ou de ambos os domínios da síndrome (hiperatividade, impulsividade e desatenção) e pelo menos dois locais de avaliação distintos, como por exemplo, em casa e na escola.
Critérios Diagnósticos para Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
A. Ou (1) ou (2)
1) seis (ou mais) dos seguintes sintomas de desatenção persistiram por pelo menos 6 meses, em grau mal-adaptativo e inconsistente com o nível de desenvolvimento:

Desatenção:

(a) freqüentemente deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras

(b) com frequência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas

(c) com freqüência parece não escutar quando lhe dirigem a palavra

(d) com freqüência não segue instruções e não termina seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres profissionais (não devido a comportamento de oposição ou incapacidade de compreender instruções)

(e) com freqüência tem dificuldade para organizar tarefas e atividades

(f) com freqüência evita, antipatiza ou reluta a envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas escolares ou deveres de casa)

(g) com freqüência perde coisas necessárias para tarefas ou atividades (por ex., brinquedos, tarefas escolares, lápis, livros ou outros materiais)

(h) é facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa

(i) com freqüência apresenta esquecimento em atividades diárias
(2) seis (ou mais) dos seguintes sintomas de hiperatividade persistiram por pelo menos 6 meses, em grau mal-adaptativo e inconsistente com o nível de desenvolvimento:
Hiperatividade:
(a) frequentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira

(b) frequentemente abandona sua cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado

(c) frequentemente corre ou escala em demasia, em situações nas quais isto é inapropriado (em adolescentes e adultos, pode estar limitado a sensações subjetivas de inquietação)

(d) com freqüência tem dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividades de lazer

(e) está frequentemente "a mil" ou muitas vezes age como se estivesse "a todo vapor"

(f) freqüentemente fala em demasia
Impulsividade:

(g) frequentemente dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completadas

(h) com freqüência tem dificuldade para aguardar sua vez

(i) frequentemente interrompe ou se mete em assuntos de outros (por ex., intromete-se em conversas ou brincadeiras)
B. Alguns sintomas de hiperatividade-impulsividade ou desatenção que causaram prejuízo estavam presentes antes dos 7 anos de idade.
C. Algum prejuízo causado pelos sintomas está presente em dois ou mais contextos (por ex., na escola [ou trabalho] e em casa).
D. Deve haver claras evidências de prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.
E. Os sintomas não ocorrem exclusivamente durante o curso de um Transtorno Invasivo do Desenvolvimento, Esquizofrenia ou outro Transtorno Psicótico e não são melhor explicados por outro transtorno mental (por ex., Transtorno do Humor, Transtorno de Ansiedade, Transtorno Dissociativo ou um Transtorno da Personalidade).
Codificar com base no tipo:
F90.0 - 314.01 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, Tipo Combinado: se tanto o Critério A1 quanto o Critério A2 são satisfeitos durante os últimos 6 meses.
F98.8 - 314.00 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, Tipo Predominantemente Desatento: Se o Critério A1 é satisfeito, mas o Critério A2 não é satisfeito durante os últimos 6 meses.
F90.0 - 314.01 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, Tipo Predominantemente Hiperativo-Impulsivo: Se o Critério A2 é satisfeito, mas o Critério A1 não é satisfeito durante os últimos 6 meses.
Nota para a codificação: Para indivíduos (em especial adolescentes e adultos) que atualmente apresentam sintomas que não mais satisfazem todos os critérios, especificar "Em Remissão Parcial".


No momento do diagnóstico, o médico procura observar o comportamento social da criança em todos os aspectos, como: escola, em casa, com os amigos e a influência do meio em suas condutas. São realizados também exames para verificar se existe algum distúrbio ou doença no Sistema Nervoso Central (SNC) que exija um tratamento mais intenso (ARAÚJO & SILVA, 2003, apud, AQUINO, J.N; NAPOLE, N., 2008).
Silva (2003, p.185) aponta algumas etapas para a realização do diagnóstico, que estão subdivididos:
1º etapa: procurar um médico especializado no assunto para que você possa expor suas idéias sobre a possibilidade de possuir esse tipo de funcionamento comportamental.
2º etapa: relacionar para ele suas dificuldades e desconfortos nas áreas profissional/escolar, afetivo-familiar e social, citando exemplos situacionais claros.
3º etapa: verificar se esses problemas o acompanham desde a infância.
4º etapa: certificar de que suas alterações se apresentam em um grau de (intensidade) significativamente maior, quando comparado a outras pessoas de seu convívio, que se encontram na mesma faixa etária e em condições sócio-culturais semelhantes.
5º etapa: eliminar a presença de qualquer outra situação médica ou não médica que seja capaz de explicar as alterações apresentadas no seu comportamento, bem como os transtornos que lhes causam no dia-a-dia.
Mediante os fatos apresentados, faz-se necessário que o diagnóstico seja feito de forma precisa. Mais importante que o diagnóstico e o tratamento é o conhecimento dos pais e professores em relação ao problema, para que todos possam colaborar para a formação humana da pessoa com TDAH.
Tratamento
No âmbito das intervenções psicossociais, o primeiro passo deve ser educacional, através de informações claras e precisas à família a respeito do transtorno. Muitas vezes, é necessário um programa de treinamento para os pais, a fim de que aprendam a manejar os sintomas dos filhos. É importante que eles conheçam as melhores estratégias para o auxílio de seus filhos na organização e no planejamento das atividades. Por exemplo, essas crianças precisam de um ambiente silencioso, consistente e sem maiores estímulos visuais para estudarem.
Goldstein e Gosdstein, 1998, apud, AQUINO, J.N; NAPOLE, N., 2008, sugerem, como ações preventivas, algumas estratégias e as principais características que um professor deverá ter ao deparar-se com um aluno TDAH em sua aula:
- Reconhecer o transtorno e que esse problema tem um grande impacto sobre as crianças da classe;
- Entender entre problemas resultantes de incompetência e resultantes de desobediência;
- Não deverá ter como primeira opção o reforço negativo ou a punição;
- Deve ser organizado, manter o ambiente da sala agradável;
- Cobrar estritamente as exigências específicas de comportamento em sala de aula;
- Deve estar interessado no processo (compreensão de um conceito) que no produto (conclusão de 50 problemas de subtração);
- Sempre distribuir pequenas recompensas sociais e materiais, relevantes e frequentes;
- Alternar atividades de alto e baixo interesse durante todo dia em lugar de fazer com que o aluno faça todo o trabalho de manhã com tarefas repetitivas;
- Estar disposto a oferecer supervisão adicional durante os períodos de transição de aulas e intervalos;
- Ser capaz de resolver problemas e fazer planejamentos de antemão para evitar problemas;
- Estar disposto a auxiliar a criança a aprender, praticar e manter aptidões organizadas;
- Estar disposto a aceitar a responsabilidade de verificar se a criança aprende e usa um sistema eficaz para manter-se em dia com o dever de casa, e verificar se ela quando sai do prédio leva esse dever para casa;
- Aceitar a responsabilidade de se comunicar continuamente com os pais;
- Fornecer informações curtas diretamente a criança em um nível que ela possa aprender e manter um controle eficaz sobre toda a classe, bem como a criança com TDAH;
- Estar disposto a permitir movimentos em sala de aula, preparar todos os alunos para mudanças na rotina e entender como e quando variar seus métodos;
- Ser capaz de encontrar algo de positivo, bom e valioso em toda a criança. Este professor valoriza as crianças por aquilo que são, não por aquilo que conseguem produzir.

REFERÊNCIAS

AQUINO, J.N; NAPOLE, N. TDAH na escola: conhecimento e atuação do professor de Educação Física. 2008. 87 fs. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura plena em Educação Física) – Academia de Ensino Superior, Sorocaba, 2008. Disponível em: <http://www.pedagogiaaopedaletra.com/posts/tcc-tdah-na-escola-conhecimento-e-atuacao-do-professor-de-educacao-fisica/>. Acesso em: 19 dez 2011.
Vídeo-aula 11. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ministrada pela professora Paula Fernandes da Universidade Estadual de Campinas.



VÍDEO-AULA 10 - DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

                      MÓDULO II - DISCIPLINA:  EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA




[...]"Falar em democracia, em tolerância, em direitos humanos e paz pode ser entendido como redundância, uma vez que não podemos imaginar democracia sem respeito aos direitos humanos, democracia com intolerância, seja de que tipo for, democracia sem justiça, e a justiça, como sabemos, é uma  condição para a paz". (BENEVIDES, 2004).







http://youtu.be/ltmRU8Dn2zY

 http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTPjhlrkY_vCxBYEcB5jkwRazA34mhoip2arCOubxTQ6BjEGfpw



O Brasil fez uma opção pelo fortalecimento da democracia ao instituir o terceiro Programa Nacional de Direitos  Humanos – PNDH-3 e marca a busca pelo diálogo permanente entre Estado e sociedade civil; primazia dos Direitos Humanos nas políticas internas e nas relações internacionais; caráter laico do Estado; fortalecimento do pacto federativo; universalidade, indivisibilidade e interdependência dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais; opção clara pelo desenvolvimento sustentável; respeito à diversidade; combate às desigualdades; erradicação da fome e da extrema pobreza.






http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQHTZCFfFyowmGlgn3KgZiG6N-j_qsLaeoZVmnQL1jSJxFbSaVqcg



https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnpXWBhhJbySHA3eAZPu7PwEmfv1zgWqi3kdYldRgP9xEE3ci9GBrCY1MN4PvDZA1fKZ1GbdqaxqZhKkxqvJLwco0QI2kimzdpPFuXCAza9R5jeUXCAIqAMd8q-Fd2l41vS0XRml4Jl1g/s320/petrede-redes-sociais.jpg

REFERÊNCIAS


BENEVIDES, M. V. . Cidadania e Direitos Humanos. In: José Sérgio Carvalho. (Org. ). Educação, Cidadania e Direitos Humanos. Petrópolis: Vozes, 2004

Vídeo-aula 10. Democracia e direitos humanos ministrada pela professora Ana Maria Klein da Universidade de São Paulo.





domingo, 18 de dezembro de 2011


  • VÍDEO-AULA 9- Educação comunitária e direitos humanos

     MÓDULO II - DISCIPLINA: EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA
http://www.google.com.br/search?hl=pt
BR&q=educa%C3%A7%C3%A3o+comunit%C3%A1ria+e+direitos+humanos&gs_sm=c&gs_upl=0l0l1l2346l0l0l0l0l0l0l0l0ll0l0&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&biw=1024&bih=677&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=sSbuTva-KYLW0QHS_siUDQ#



Em FREIRE, 2002, Apud SILVA, 2009, buscamos uma reflexão acerca da contribuição da educação para a tomada de consciência, o que faz com que o sujeito ocupe uma postura crítica diante de seus problemas, uma postura de decisão e de responsabilidade social e política. O autor aponta para a conscientização como tomada de consciência, que leva à inserção dos sujeitos na história, não como espectadores, mas como autores e é através dessa relação indivíduo/mundo que o sujeito vai dinamizando o mundo em que vive.
A educação comunitária era inicialmente associada a educação não formal e caracterizada por processos educativos coletivos. Caracteriza--se pela democratização do espaço e das relações, da participação de todos os envolvidos, da melhoria da qualidade da educação. O seu objetivo é o desenvolvimento de um “sujeito coletivo”, isto é, de sujeitos que compreendem em meio à coletividade, que se tornem co-responsáveis pelas ações, relações, conflitos e decisões que ocorrem na comunidade.
A Organização das Nações Unidas elaborou o que se entende como os direitos  fundamentais dos seres humanos e foi promulgado em 1948.  A Declaração Universal dos Direitos Humanos. Esse documento, em sua base, reconhece três dimensões dos direitos humanos: 

1) As liberdades individuais, ou o direito civil;

2) Os direitos sociais; e 

3) Os direitos coletivos da humanidade. 


http://youtu.be/p9JasbUn0o0


Os princípios presentes na Declaração Universal dos Direitos Humanos - DUDH (situam-se na confluência democrática entre os direitos e liberdades individuais e os deveres para com a comunidade em que se vive. Juntamente à forma coletiva de acordo com a qual foi elaborada, a DUDH pode ser compreendida como a base para o que vem sendo chamado de valores universalmente desejáveis. 
Dessa maneira, a DUDH pode ser um guia de referência para a análise dos conflitos de valores vivenciados em nosso cotidiano e para a elaboração de programas educacionais que objetivem uma educação em valores. Se quisermos, portanto, promover uma educação ética voltada para a cidadania, devemos partir de temáticas significativas do ponto de vista ético (como é o caso daquelas contidas na DUDH), propiciando condições para que alunos e alunas desenvolvam sua capacidade dialógica, tomem consciência de seus próprios sentimentos e emoções, e desenvolvam a capacidade autônoma de tomada de decisão em situações conflitantes do ponto de vista ético/moral. 

http://youtu.be/HBBW9er5OQI

Referências

Vídeo-aula 9. Educação comunitária e direitos humanos ministrada pela professora Ana Maria Klein da Universidade de São Paulo.



SILVA, K. P. G. da Silva. Pressupostos teóricos e metodológicos da Educação Comunitária. Congr. Intern. Pedagogia Social Mar. 2009.


ARAÚJO,  U. F. Educação Comunitária e a construção de valores de democracia e cidadania, 2007. Disponível em: <http://www.each.usp.br/uliarau/textos/PAPERAME2007-def.pdf>. Acesso em: 16 dez 2011.
















VÍDEO-AULA 8- Distúrbios alimentares (Anorexia e bulimia, obesidade)


 MÓDULO II - DISCIPLINA: SAÚDE NA ESCOLA



http://2.bp.blogspot.com/_s3iiKzV2aAU/SftxCr2GwoI/AAAAAAAAAB4/GLsDDNRlGss/S259/diga+nao+ao+disturbio+alimentar.jpg



A alimentação saudável é um dos fatores mais importantes no crescimento. Deficiências nutricionais ou excesso na dieta estão associados a diversas condições de saúde (anorexia, bulimia e obesidade). Entender o que é uma alimentação adequada e um estilo de vida saudável são temas relevantes que podem fazer com que a escola faça a diferença.

FATORES DE RISCOS NUTRICIONAIS

É importante considerar sempre as condições mais comuns que afetam o estado nutricional dos adolescentes: 

  • conteúdo alimentar ingerido inadequado ("ingesta") ;
  • condição sócio-econômica;
  • doenças nutricionais específicas;
  • fatores psicossociais;
  • estilo de vida.

LIXO ALIMENTAR


http://www.fotosantesedepois.com/wp-content/uploads/2010/10/829hamburger.jpg


Opções alimentares

O vegetarianismo durante a adolescência pode ser perigoso se seguido na sua forma estrita, mas se for ovo lacto vegetariano é possível ter uma alimentação saudável. No entanto, convém sempre estar atento a possíveis deficiências de energia, cálcio, proteínas, ferro e outros nutrientes menos abundantes e menos bio disponíveis em alimentos vegetais.
Os distúrbios do comportamento alimentar também são comuns e perturbam o desenvolvimento dos jovens, principalmente do sexo feminino. São, infelizmente, cada vez mais comuns a anorexia nervosa, bulimia, ortorexia,vigorexia, compulsão alimentar e outros. Alterações provavelmente causadas por problemas psicológicos e influenciadas por questões culturais, sociais e dietéticas.
O tratamento é difícil e, enquanto enfermidades do foro da saúde mental, devem ter um acompanhamento multidisciplinar com seguimento psiquiátrico e apoio de nutricionista.
As carências alimentares durante a adolescência podem ser significativas, particularmente no que diz respeito a minerais tão importantes como o cálcio. Uma das principais consequências da carência de cálcio é a osteoporose no segundo e terceiro terços da vida.
É desde o início da puberdade até ao final da adolescência que a massa óssea conhece a sua fase de crescimento mais rápido. Em menos de dez anos o esqueleto adquire a maioria do seu capital. Daí que uma alimentação adequada em cálcio (produtos lácteos), durante a adolescência, seja a melhor forma de prevenir a osteoporose mais tarde na vida.

REFERÊNCIAS

Vídeo-aula 8 Distúrbios alimentares (anorexia, bulimia, obesidade)ministrada pelo professor Li Li MIn da Universidade Estadual de Campinas.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011




VÍDEO-AULA 7- Crescimento e desenvolvimento ponderal e hábitos alimentares

 MÓDULO II - DISCIPLINA: SAÚDE NA ESCOLA





O crescimento da criança e do adolescente passa por etapas bem definidas e moduladas por fatores genéticos e ambientais. Os fatores ambientais podem interferir positiva ou negativamente no potencial genético de crescimento. Com isso, o entendimento dos fatores nas distintas fases permitirá abordar o assunto e identificar a criança em risco.


Comer, ComerEliana
Quero acordar bem cedinho,fazer umlanchinho,laranja,café,leite e pão.Quero tambémchocolate,iogurte,abacate,biscoito,presunto e melão.Quero comer toda hora,uma torta de amora,bolinha deanis ou caju.Eu gosto mais de torrada,uma baita fritada de carne decobra e tatu.Eu gosto mais de torrada uma baita fritadade carne de cobra e tatu.Até de tatu?De cobra faz mal?Mas que comilão!Não,não,não!Comer,comer,comer,comer,é o melhor para podercrescer!Comer,comer,comer,comer,é o melhor para podercrescer!Quero comer no almoço,um bife bemgrosso,polenta,batata e arroz.Prefiro carne assada,banana amassada comleite,sucrilhos depois!Quero ensopado de frango,suspiro,morango,pudim emanjar.Eu vou ficar numa boa,comendo a leitoa com broa depoisdo jantar!Eu vou ficar numa boa,comendo a leitoa com broa depoisdo jantar!Depois do jantar?Sera que vai dar?Não vai agüentar!Não,não,não!Comer,comer,comer,comer,é o melhor para podercrescer!Comer,comer,comer,comer,é o melhor para podercrescer!Se eu não como,me da nó nas tripas,me ataca agripe,não posso dormir!Tira meu sono e fico tão fraco que até um mosquito mevai destruir!Se eu não como não posso brincar,não consigo falar ecomeço a tremer!Eu como de uma só vez a comida de um mês até minhabarriga crescer!Eu como de uma só vez a comida de um mês até minhabarriga crescer!Comida de um mês?Comendo outra vez?De uma só vez!Comer,comer,come,comer,é o melhor para poder crescer!Comer,comer,comer,comer,é o melhor para poder crescer! 

     
http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSXJ9PLd1xrDa5t1gLs5JIZp8HD7vyW5kj6tWALoX8pFkAfcGojUg


http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQxbyxSg8i0LhgQ-CZnDSxTJfiL5R2rcRwRkW50Aq_2RzFzlC7_mw


http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQbOXwEWZSN-fiw5iVBdubJNKqZO5fyK7pTNUiR0FdIbGpyUlsi


    http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSq84_pQQhTXImOCvUTCu468s-4jiuE6vzaROhYif8MUhfOcHfo
                     http://clubedasaude.no.sapo.pt/CSecundarios/cmasculinos.jpg

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011


VÍDEO-AULA 6- Educação comunitária e questões de gênero na escola

 MÓDULO II - DISCIPLINA: EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA




http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTmjRgpsCPkcl5qVt20pdzeIV9ob6N_7cigtSbwPVI35E8ZwN7MDg


O conflito é um fator de desenvolvimento cognitivo e emocional, de extrema  importância para a formação psíquica do sujeito. Muitas teorias dão-nos indicações de que nos constituímos e somos constituídos a partir da relação direta ou mediada com o outro. Nessa relação, somos obrigados a encontrar diferenças e semelhanças que fazem com que descubramos novas alternativas que incitam a reflexão sobre nós mesmos e sobre os demais. O conflito mostra-se, assim, fundamental para a constituição psíquica, cognitiva, afetiva, ideológica, social e moral do ser humano. (ARANTES, 2009) 



http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSancD9mbSig
QLZmD_p_66j3rwPnEGpWT4CgSUGI82j_Fz9nPF2








http://t0.gstatic.com/imagesq=tbn:ANd9GcSa4loeX98aqHo1HE1DdDR865etkv4tKK8Pjh5OHQxbQzJYTXId


De acordo como os PCN´s  a questão de gênero é  mais amplamente tratada  no eixo Relações de Gênero e, fica claro, que ele propicia o questionamento de papéis rigidamente estabelecidos a homens e mulheres na sociedade, a valorização de cada um e a flexibilização desses papéis (PCN, v.8, p.35). Os  objetivos  assumidos  neste volume  são combater relações autoritárias, questionar a rigidez dos padrões de  conduta estabelecidos para homens e mulheres e apontar para sua transformação, incentivando, nas relações escolares, a diversidade de comportamento de homens e mulheres, a relatividade das concepções tradicionalmente associadas  ao masculino e ao feminino, o respeito pelo outro sexo e  pelas variadas expressões  do feminino e  do masculino (PCN, 1997,  v.10,  p.144­146).  Nessas referências existe a preocupação expressa com a criação de novos padrões de conduta, capazes de criar uma sociabilidade pautada na igualdade de gênero. Sobre  a  abordagem da  temática  de gênero praticamente  restrita  ao bloco referente à sexualidade, é importante ressaltar que com isso corre­-se o risco de vincular a formação das  identidades  de  gênero ao corpo e  à sexualidade, perdendo assim a própria  dimensão do conceito de gênero,  que busca pensar nessas identidades como construções sociais mais amplas, desvinculadas das concepções naturais de formulação
do feminino e do masculino. 









REFERÊNCIAS



ARANTES, V. A. Resolução de conflitos de gênero na escola: Um experiência de educação moral. In: Anais do VII Congresso Brasileiro de Psicologia do Desenvolvimento – Desenvolvimento e Direitos Humanos, 2009, Rio de Janeiro – RJ, SBPD, p. 111-113.



Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental – PCN, 1997. 
Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/seb/index.php?option=content&task=view&id=263&Itemid=253>. Acesso em: 14 dez 2011.


Vídeo-aula 6: Educação comunitária e questões de gênero na escola ministrada pela professora Valéria Amorim Arantes da Usp São Paulo.




terça-feira, 13 de dezembro de 2011

VÍDEO-AULA 5 - PROTAGONISMO JUVENIL E PARTICIPAÇÃO ESCOLAR

MÓDULO II-  EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA,SAÚDE E CIDADANIA NA ESCOLA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA


Protagonismo é a atuação de adolescentes e jovens, através de uma participação construtiva. Envolvendo-se com as questões _ da própria adolescência/juventude, assim como, com as questões sociais do mundo da comunidade... pensando global ( o planeta) e atuando localmente (em casa, na escola, na comunidade... ) o adolescente pode contribuir para assegurar os seus direitos, para a resolução de problemas da sua comunidade, da sua escola...(RABÊLLO). 
O jovem deve participar como protagonista de suas ações e consiga com isso desenvolver sua personalidade,  e atuar de forma consciente assumindo suas responsabilidades e consequências. A ideia é fazer com que multiplique a cooperação, a autoconfiança e a confiança entre os participantes do processo. 
O jovem deve participar principalmente do planejamento estratégico de atividades. Com autonomia, crianças e adolescentes têm a possibilidade de pensar em melhorias para a escola e a comunidade.Os adultos devem estar abertos a receber opiniões e reconhecer que  os jovens já tem amadurecimento para questionar aspectos complexos. 
Uma das formas de envolver os adolescentes são através das assembleias escolares.
De acordo com PUIG, 2000, apud, ARAÚJO [et al], 2007, as assembleias são o momento institucional da palavra e do diálogo. O momento em que o coletivo se reúne para refletir, tomar consciência de si mesmo e transformar tudo aquilo que os seus membros consideram oportuno. É um momento organizado para que alunos e alunas, professores e professoras possam falar das questões que lhes pareçam pertinentes para melhorar o trabalho e a convivência escolar.


REFERÊNCIAS


ARAÚJO, U. F. et al. Programa Ética e Cidadania : Construindo valores na escola e na sociedade : protagonismo juvenil / organização FAFE – Fundação de Apoio à Faculdade de Educação (USP) , equipe de elaboração Ulisses F. Araújo... [et al.].  –Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007. 4 v.

RABÊLLO, M.   E.  D. L. o que é protagonismo juvenil?. Disponível em: <http://www.cedeca.org.br/conteudo/noticia/arquivo/39DA691A-FD4E-D119-3DAE60914B0999AE.pdf>. Acesso em: 12 dez. 2011.
PUIG, Josep .et al. Democracia e participação escolar. São Paulo: Moderna, 2000.


Vídeo-aula 5:  Protagonismo juvenil e participação escolar ministrada pelo professor Ulisses Araújo da Universidade de São Paulo.