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ESTE BLOG TEM COMO OBJETIVO COMPARTILHAR ATIVIDADES DE PESQUISA DESENVOLVIDAS NO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO ÉTICA, VALORES E CIDADANIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011



VÍDEO-AULA 22- LAZER, JUVENTUDE E ESPORTES

  MÓDULO II - DISCIPLINA:  EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA




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As mudanças sociais advindas de todos  os campos das relações humanas: globalização, tecnologia, meio ambiente, comportamento, entre outras, se refletem na Educação Física tanto quanto em outras  áreas. Atualmente um aspecto que tem chamado a atenção são as atividades de risco praticadas como lazer, esporte ou educação em que o movimento é o elemento central dessa cultura.  
A lógica racional que orientou muitas práticas esportivas até o fim do século, caracterizada pelas regras  institucionalizadas dos jogos e atividades motoras com busca de recordes, está recebendo influências de outros sentidos humanos como: as sensações que o movimento proporciona, os sentimentos com os quais os praticantes devem se confrontar para experimentar a atividade e a intuição agora é valida como elemento essencial na tomada de decisão. Há sem dúvida uma porta aberta para a descoberta de um novo significado para o esporte.
Portanto é dentro da complexidade contemporânea que deve ser discutida a relação do esporte, da atividade física e da aventura radical que se engendra nesse novo sistema. Será a partir dessa reflexão sobre o conceito, as idéias e a interpretação que poderemos realmente compreendê-las e participar delas sem descaracterizá-las ou transformá-las no mesmo objeto que tradicionalmente conhecemos como esporte. 
Nas vivências corporais de lazer na natureza percebe-se uma complexidade e também a tendência para atribuir a essas novas práticas um caráter peculiar sintonizado com os padrões culturais, sociais, éticos e estéticos emergentes no mundo contemporâneo. (VILAVERDE, 2000, apud, PEREIRA; ARMBRUST; RICARDO, 2008).


Cultura e identidade de grupo:
-Espaço físico
-Grupos/ Tribos/ Gênero
-Rixas
-Linguagem
-Vestimenta
-Música
A indústria cultural se aproveita muito desses elementos.
O que é dito nas pistas dos skatistas,  a forma de linguagem, vem para a realidade do dia a dia e esse jovem se expressa assim na escola.

Lazer do jovem:
-Compreensão das múltiplas experiências do lazer vivenciadas pelo jovem no seu tempo livre.
-Momentos de acentuada relevância em termos de valores e expressão, de signos sociais.
-Cultura juvenil multifacetada e em constante transformação.

REFERÊNCIAS


PEREIRA, Dimitri Wuo; ARMBRUST, Igor; RICARDO, Denis Prado. Esportes Radicaisde Aventura e Ação, conceitos, classificações e características.  Corpoconsciência. Santo André – SP, FEFISA, v. 12, n. 1, 2008, p. 37 - 55.  


Vídeo-aula 22: Lazer, juventude e esportes ministrada pelo professor Ricardo Uvinha da Universidade de São Paulo.




VÍDEO-AULA 21- LAZER, CULTURA E ELEMENTOS COMUNITÁRIOS

  MÓDULO II - DISCIPLINA:  EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA



... O lazer é um conjunto de ocupações às quais o indivíduo pode
entregar-se de livre vontade, seja para repousar, seja para divertir-se, 
recrear-se e entreter-se ou, ainda para desenvolver sua informação ou 
formação desinteressada, sua participação social voluntária ou sua
livre capacidade criadora após livrar-se ou desembaraçar-se das
obrigações profissionais, familiares e sociais...
(DUMAZEDIER, 1976 Apud, CAIO, 2001).




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REFERÊNCIAS


CAIO, G. M.  S. 
O Tempo livre e o lazer: o engajamento do profissional de turismo e a conscientização do lazer, 2001. Disponível em: <



Vídeo-aula 21: Lazer, cultura e elementos comunitários ministrada pelo professor Ricardo Uvinha da USP.




VÍDEO-AULA 20- BULLYING


MÓDULO II - DISCIPLINA: SAÚDE NA ESCOLA




O que é bullying?


Bullying é um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido, de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir outros.  Bullying pode assumir várias formas e pode incluir diferentes 

comportamentos, tais como: 


•  Violência e  ataques físicos
•  Gozações verbais, apelidos e insultos
•  Ameaças e intimidações
•  Extorsão ou roubo de dinheiro e pertences 
•  Exclusão  do grupo de colegas 

Por definição, bullying compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudante contra outro(s), causando dor e angústia, sendo executa-das dentro de uma relação desigual de poder.
Essa assimetria de poder associada ao bul lying pode ser consequente da diferença de idade, tamanho, desenvolvimento físico ou emocional, ou do maior apoio dos demais estudantes.
Trata-se de comportamentos agressivos que ocorrem nas escolas e que são tradicionalmente admitidos como naturais, sendo habitualmente ignorados ou não valorizados, tanto por professores quanto pelos pais.





MITOS E FATOS SOBRE O BULLYING 

Mito: “Bullying é apenas uma fase, uma parte normal da vida.  Eu passei por isto e meus filhos vão passar também.

Fato: Bullying não é um comportamento nem `normal` nem socialmente aceitável. Na verdade, se aceitarmos este comportamento estaremos dando poder aos bullies.

Mito:  “Se eu contar pra alguém, só vai piorar.’

Fato: As pesquisas mostram que o bullying pára quando adultos com autoridade e os colegas se envolvem. 

Mito: “Reaja e devolva as ofensas ou pancadas.” 

Fato: Embora haja algumas vezes em que as pessoas podem ser forçadas a se defender, bater de volta geralmente piora o bullying e aumenta o risco de sério dano físico.

Mito: “Bullying é um problema escolar, os professores é que devem tratar disto.” 

Fato: Bullying é  um problema social mais amplo e que ocorre com frequência  fora das escolas, na rua, nos shoppings, na piscina, nos treinamentos esportivos e no local de trabalho dos adultos. 

Mito: “As pessoas já nascem bullies.”

Fato: Bullying é um comportamento aprendido e comportamentos podem ser mudados.


Tabela 1 - Percepção dos estudantes quanto à prática de bullying
nas escolas

Dados da pesquisa inicial da ABRAPIA
  • • 40,5% dos alunos admitiram estar diretamente envolvidos em atos de  bullying, sendo 16,9% como alvos, 12,7% como autores e 10,9% ora como alvos, ora como autores;
  • • 60,2% dos alunos afirmaram que o  bullying ocorre mais frequentemente dentro das salas de aula;
  • • 80% dos estudantes manifestaram sentimentos contrários aos atos de bullying, como medo, pena, tristeza, etc.
  • • 41,6% dos que admitiram ser alvos de bullying disseram não ter solicitado ajuda aos colegas, professores ou família; 
  • entre aqueles que pediram auxílio para reduzir ou cessar seusofrimento, o objetivo só foi atingido em 23,7% dos casos;
  • • 69,3% dos jovens admitiram não saber as razões que levam à ocorrência de bullying ou acreditam tratar-se de uma forma de brincadeira;
  • entre os alunos autores de bullying, 51,8% afirmaram que não receberam nenhum tipo de orientação ou advertência quanto à incorreção de seus atos.

 Fonte: Jornal de Pediatria - Vol. 81, Nº5(Supl), 2005.           


REFERÊNCIAS


NETO, A. A. L. Bullying: – comportamento agressivo entre estudantes. Jornal de Pediatria - Vol. 81, Nº5(Supl), 2005. Disponível em:< http://www.scielo.br/pdf/jped/v81n5s0/v81n5Sa06.pdf&gt>. Acesso em: 19 dez 2011.


Vídeo-aula 20: Bullying ministrada pela professora Paula Fernandes da Unicamp.





VÍDEO-AULA 19- A VIOLÊNCIA NA ESCOLA

MÓDULO II - DISCIPLINA: SAÚDE NA ESCOLA






A escola é um espaço privilegiado para a construção da cidadania, onde um convívio harmonioso deve ser capaz de garantir o respeito aos Direitos Humanos e educar a todos no sentido de evitar as manifestações da violência. Dentre os problemas  que temos enfrentado no Brasil, estão as diversas formas de violência cometidas contra crianças e adolescentes. A análise desse quadro social revela que as marcas físicas visíveis no corpo deixam um rastro de marcas psicológicas invisíveis e profundas. Combater a teia de violência que muitas vezes começa dentro de casa e em locais que deveriam abrigar, proteger e socializar as pessoas é uma tarefa que somente poderá ser cumprida pela mobilização de uma rede de proteção integral em que a escola se destaca como possuidora de responsabilidade social ampliada. 


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http://youtu.be/eFuXtKgj4tg
















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REFERÊNCIAS

Vídeo-aula 19: A violência na escola ministrada pela  Prof° Lilia Freire Rodrigues de Souza Li da Universidade de São Paulo.




VÍDEO-AULA 18- A VALORIZAÇÃO DA CULTURA CORPORAL DA COMUNIDADE NO CURRÍCULO ESCOLAR

  MÓDULO II - DISCIPLINA:  EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA


As características do atual momento histórico no qual a sociedade brasileira busca aprofundar a participação democrática de todos os grupos que a compõem, apontam para o entendimento de que a escola pode ser uma instituição determinante desse processo por meio de um ensino que aborde, valorize e respeite a diversidade cultural.  (CASTRO; NEIRA, 2009).





O multiculturalismo é uma realidade que impõe novas responsabilidades à escola e aos professores. A diversidade é uma riqueza e com a existência de alunos com diversas heranças culturais obriga a escola a adaptar seu currículo às culturas que acolhe e  com isso, configura-se em identidade cultural (HALL, 1999, apud, ). Se quisermos uma escola democrática, seu currículo deverá integrar e dar espaço e voz às culturas historicamente sufocadas ou silenciadas, bem como concretizar estratégias que combatam eficazmente os preconceitos (MOREIRA; CANDAU, 2003, apud, ).

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Brincadeiras, danças e cantigas de roda, conforme  WIGGERS, 2005, apud, NEIRA, 2008, fazem parte daquilo que se convencionou chamar de cultura corporal infantil. Como produto cultural de um determinado grupo, e fator distintivo das suas gentes, é possível afirmar que essas práticas corporais constituem-se, antes de qualquer coisa, em um fator identitário.
O processo de construção da identidade cultural é bem complexo. É a identidade que garante ao indivíduo a posse de características que o diferenciam dos outros, bem como representa a possibilidade de ser reconhecido como membro de uma comunidade. A participação da dinâmica social, conforme Hall (1999), implica no compartilhamento de algumas características tais como religião, etnia, gênero, idade e outras, para a manutenção de vínculos que formam a base de solidariedade e fidelidade dos diversos grupos culturais.
Os defensores da perspectiva multicultural reafirmam o princípio de que um bom ensino é aquele que considera seriamente a vida dos alunos, abrindo espaços para a diversidade de etnias, classes sociais, gêneros das populações estudantis. O que se propõe é que os educadores investiguem e recuperem as experiências dos estudantes, analisando seus saberes, suas práticas culturais e as formas pelas quais suas identidades se inter-relacionam com essas manifestações. O multiculturalismo insiste que os professores aprendam a empregar essas experiências de tal maneira que sejam respeitadas por toda a coletividade. O respeito, nesse caso, deve ser entendido como fruto de uma intervenção pedagógica que leve os discentes a olhar além de suas próprias experiências, seja qual for o seu posicionamento no emaranhado da realidade.



REFERÊNCIAS

CASTRO, D. M.; NEIRA, M. G. Cultura corporal e educação indígena- um estudo de caso. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, n.34, p.234-254, jun.2009. Disponível em: 

NEIRA, M. G. A cultura corporal popular como conteúdo do currículo multicultural da educação física.Revista Pensar a Prática,v. 11, n. 1, 2008. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/1699/3334>. Acesso em: 19 dez 2011.

Vídeo-aula 18: 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011


VÍDEO-AULA 17- TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS, CURRÍCULO E CULTURA

  MÓDULO II - DISCIPLINA:  EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA





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À palavra currículo associam-se distintas concepções, que derivam dos diversos modos de como a educação é concebida historicamente, bem como das influências teóricas que a afetam e se fazem hegemônicas em um dado momento. Diferentes fatores sócio-econômicos, políticos e culturais contribuem, assim, para que currículo venha a ser entendido como:
(a) os conteúdos a serem ensinados e aprendidos;
(b) as experiências de aprendizagem escolares a serem vividas pelos alunos;
(c) os planos pedagógicos elaborados por professores, escolas e sistemas educacionais;
(d) os objetivos a serem alcançados por meio do processo de ensino;
(e) os processos de avaliação que terminam por influir nos conteúdos e nos procedimentos selecionados nos diferentes graus da escolarização.

  O currículo é o espaço central em que todos os educadores, nos diferentes níveis do processo educacional, são responsáveis por sua elaboração. O papel do educador no processo curricular é, assim, fundamental. Ele é um dos grandes artífices, queira ou não, da construção dos currículos que se materializam nas escolas e nas salas de aula. Daí a necessidade de constantes discussões e reflexões, na escola, sobre o currículo, tanto o currículo formalmente planejado e desenvolvido quanto o currículo oculto. Daí nossa obrigação, como profissionais da educação, de participar crítica e criativamente na elaboração de currículos mais atraentes, mais democráticos, mais fecundos.

As teorias curriculares diferenciam-se pela importância que atribuem a conceitos como aprendizagem, conhecimento, dimensão humana, cultura ou sociedade.


TEORIAS CURRICULARES NÃO-CRÍTICAS: Tem uma visão de pedagogia tradicional e tecnicista do currículo onde este deve ser neutro e seu foco está voltado em ter uma escola que funcione como uma fábrica. O professor é o centro desse processo deve ser respeitado com regras e disciplina rígida. Assim o aluno é um ser submisso preso ao aprender e fazer.


TEORIAS CURRICULARES CRÍTICAS: As primeiras críticas a pedagogia tradicional surge em meados dos anos 60 com os movimentos sociais e culturais que questiona a desigualdade que foi provocada no sistema de ensino, que não valorizava o ensino aprendizagem e sim um modelo pronto e ideológico de conhecimento a visão crítica quebra o saber capitalista como um código indecifrável, no qual só a elite burguesa tinha acesso e daí pra baixo apenas seguiam-se regras. Para esta visão o importante é entender o que o currículo faz, assim ele é uma ponte para docentes e alunos, que através de um código cultural podem examinar de forma renovada os acontecimentos do cotidiano. E justamente através da cultura que a escola transfere para os alunos de forma adequada as experiências humanas significativas, a cultura é vista como aquilo pelo que se luta e não o que se recebe. Aqui o professor é o dominador desse processo pedagógico (que propõe uma interação entre conteúdo e uma realidade concreta, visando à transformação da sociedade) e é um mediador para a construção do saber do aluno.
TEORIAS CURRICULARES PÓS-CRÍTICA: Surge no século XXI direcionando suas bases para um currículo no qual se vincula conhecimento, identidade e poder com temas como gênero, raça, etnia, sexualidade, subjetividade, multiculturalismo, entre outros. O currículo aqui é uma linguagem de significados, imagens, falas que revelam histórias esquecidas, vozes silenciadas, códigos distintos.





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REFERÊNCIAS

Vídeo-aula 17: Transformações sociais, currículo e cultura ministrada pelo Prof. Marcos Neira.



VÍDEO-AULA 16- SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DE RISCO


MÓDULO II - DISCIPLINA: SAÚDE NA ESCOLA




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Prevenção nas Escolas tem como estratégia a distribuição de preservativos e a conscientização dos jovens sobre os riscos da Aids e DSTs

Falar ao jovem sobre a importância de usar o preservativo para evitar a gravidez não planejada e para evitar a infecção por doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e pelo HIV. Pensando em questões como essa, o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação desenvolvem o programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE).

O programa estimula as escolas a adotarem a educação sexual em seus currículos e discute com pais, professores e diretores a melhor forma de distribuir preservativos aos jovens. O SPE também é desenvolvido em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). 
O Saúde e Prevenção nas Escolas preocupa-se em estimular ainda mais o ensino da educação sexual nas escolas. Para auxiliar na divulgação do programa, foi elaborado o Guia de Formação para Profissionais de Saúde, que auxilia na capacitação dos profissionais de educação e saúde que trabalham junto à população.  
O programa do governo também atua na distribuição de preservativos entre as escolas que desenvolvem o trabalho de educação sexual e que participam do Saúde e Prevenção nas Escolas.  Vale reforçar que essa distribuição no ambiente escolar acontece mediante a discussão com pais, professores e direção da escola.



UMA QUESTÃO POLÊMICA...

Uma questão polêmica refere-se ao acesso dos alunos aos preservativos na escola. Existe a ideia de que o acesso à preservativos pode fomentar a prática sexual dos adolescentes. As pesquisas, no entanto, mostram que os jovens partem para a prática sexual mesmo com ausência de preservativos.


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O trabalho sobre sexualidade e prevenção, apesar dos projetos desenvolvidos em todo o país, ainda é motivo de grande polêmica. Contudo, sabemos ser do senso comum que não é possível fechar as portas para essa discussão. E tal perspectiva se torna mais presente quando pensamos no desenvolvimento das crianças e dos jovens e na sua formação como cidadãos.



A ANÁLISE DA PESQUISA DA UNESCO IDENTIFICOU QUE:
                                               
Iniciação sexual dos jovens

A idade média da primeira relação sexual
Sexo masculino
 13,9 a 14,5 anos
Sexo feminino
15,2 a 16 anos

Há uma tendência entre alunos, pais e professores a relativizar a importância da virgindade.
Entre os pais, geralmente, se valoriza mais a virgindade que entre os professores. Entre os alunos, chega a 68% os que não atribuem valor à virgindade; entre os professores, tal grupo chega a 79%; já entre os pais, o valor mais alto chega a 57%. Os homens, entre alunos, pais e professores, geralmente, atribuem mais baixa valorização à virgindade que as mulheres.

Para trabalhar temas ligados à Sexualidade, à Prevenção, à Gravidez não Planejada, à Diversidade Sexual, ao Protagonismo juvenil, entre outros, nada mais adequado que a escola utilize a metodologia participativa, que facilita o processo de reflexão pessoal, interpessoal e de ensino-aprendizagem, integra o grupo e estabelece vínculos de afetividade e respeito mútuos.